Métrica solta
Otimizar apenas por CPL
Premia o formulário mais barato mesmo quando a oportunidade não conversa, não visita ou não encontra o veículo anunciado.
Aquisição orientada à venda
Campanhas construídas a partir do que está no pátio, de onde a revenda vende e de como o comprador demonstra intenção. A mídia entra como parte de uma operação que conecta anúncio, atendimento e avanço comercial.
Sem promessa de volume ou venda garantida. O plano é definido a partir do cenário real da revenda.
O problema da mídia isolada
Quando a campanha ignora estoque, oferta e capacidade de resposta, o painel pode parecer saudável enquanto o time recebe contatos sem contexto e o pátio continua com as mesmas prioridades.
Métrica solta
Premia o formulário mais barato mesmo quando a oportunidade não conversa, não visita ou não encontra o veículo anunciado.
Operação conectada
Combina sinais da mídia com resposta, contato efetivo e evolução comercial para orientar a próxima decisão.
Campanha genérica
A verba se distancia das unidades e categorias que realmente precisam ganhar movimento no estoque.
Prioridade comercial
Cada campanha nasce com uma hipótese, um destino e um critério claro para ser mantida, ajustada ou interrompida.
Estratégia em três dimensões
Plataforma e segmentação são meios. A direção vem da combinação entre produto, mercado local e momento de decisão do comprador.
A campanha parte dos veículos e categorias que a revenda precisa movimentar. Oferta, criativo, página e distribuição de verba acompanham a prioridade comercial — não um calendário genérico.
Prioridade de giro, faixa de preço, margem e disponibilidade.
A cobertura considera onde existe capacidade real de atendimento e entrega. Segmentação geográfica, contexto regional e mensagem trabalham juntos para reduzir demanda sem aderência.
Região atendida, concorrência local e comportamento de busca.
Separamos descoberta, consideração e procura ativa para não tratar toda interação como o mesmo lead. Cada estágio recebe um argumento e um próximo passo compatíveis.
Busca, interesse, retomada e avanço para conversa ou visita.
O que entra na operação
A composição final depende do diagnóstico. Estes são os blocos que conectamos conforme o gargalo e o estágio de cada revenda.
Mapeamento das prioridades comerciais antes de definir campanhas, ofertas e distribuição de investimento.
Estrutura por intenção, praça, categoria e etapa do funil, com papéis claros para Google e Meta quando fizer sentido.
Ângulos, ofertas e briefs orientados pelo veículo e pela decisão do comprador, preservando identidade e clareza comercial.
Destinos coerentes com o anúncio, formulários objetivos e caminhos de contato que diminuem atrito entre interesse e conversa.
UTMs, eventos e leitura por origem para aproximar dados de mídia, atendimento e resultado comercial.
Análise recorrente de sinais do funil para ajustar verba, mensagem, segmentação e prioridade sem depender apenas do custo por lead.
O anúncio traz a oportunidade. O processo precisa fazer o restante.
Veja como conectamos resposta, qualificação, CRM e follow-up.
Como funciona
Um ciclo contínuo para a mídia aprender com o que acontece na operação — e não apenas com o clique.
Leitura
Estoque, região, capacidade de atendimento, histórico de mídia e processo comercial entram na mesma leitura.
Plano
Objetivos, públicos, buscas, criativos, páginas e critérios de qualificação ganham uma arquitetura coerente.
Operação
A oportunidade chega identificada, com destino e próximo passo definidos para reduzir perda na passagem ao comercial.
Evolução
A leitura cruza mídia e vendas para encontrar gargalos e orientar as próximas decisões de investimento e execução.
Métricas ligadas ao negócio
A profundidade da análise depende da qualidade dos registros da revenda. Nosso trabalho é aproximar os indicadores daquilo que acontece no atendimento e na venda.
Entendemos quais campanhas geram contatos com contexto e aderência, sem reduzir toda a análise ao volume bruto.
A mídia não é avaliada isoladamente quando velocidade, abordagem ou tentativa de contato limitam a conversão.
Acompanhamos o avanço possível entre etapas para localizar onde as oportunidades perdem ritmo.
Quando os dados comerciais estão disponíveis, conectamos a origem da demanda ao desfecho que realmente importa.
Aderência
Um bom projeto começa com expectativa clara dos dois lados.
Dúvidas frequentes
Sim, desde que a estratégia considere o estoque disponível, a praça atendida, o perfil de compra e a capacidade comercial da revenda. A estrutura de campanhas deve se adaptar à operação, em vez de aplicar uma receita genérica.
A estratégia pode combinar Google Ads e Meta Ads conforme o papel de cada canal na jornada. A definição parte da intenção de compra, do estoque, da região e dos dados disponíveis — não da obrigação de anunciar em todas as plataformas.
Não. Volume e vendas dependem de fatores como estoque, oferta, praça, investimento, competitividade e execução comercial. A Izotope trabalha para tornar o processo mensurável e melhorar decisões com base nos sinais reais do funil.
Não necessariamente, mas precisa existir uma forma consistente de registrar origem, contato e avanço das oportunidades. O diagnóstico identifica a estrutura atual e os ajustes necessários para conectar mídia e operação comercial.
Além dos indicadores de mídia, observamos qualidade da oportunidade, tempo de resposta, contato efetivo e avanço para conversa, visita, proposta e venda, conforme os dados que a operação consegue registrar.
O escopo é definido no diagnóstico. Como mídia, oferta, página e atendimento afetam o mesmo resultado, a recomendação considera o gargalo real da revenda e pode exigir uma atuação mais conectada do que a gestão isolada de campanhas.
Próximo passo
O diagnóstico organiza estoque, mídia, atendimento e dados para definir onde atuar primeiro — com escopo compatível com a realidade da operação.